Estas medidas, a par de outras como a articulação com os Centros de Saúde de Almada e do Seixal, foram fundamentais para que os sete chefes do serviço de urgências retirassem o pedido de demissão que tinham apresentado segunda-feira à administração do hospital.

Segundo Daniel Ferro, que falava em conferência de imprensa, nas últimas semanas a urgência do Hospital Garcia de Orta, Almada, teve mais de uma centena de internamentos do que era habitual no mesmo período, em anos anteriores, situação que terá contribuído decisivamente para a sobrelotação nas urgências daquela unidade hospitalar.

Chefes da urgência mantêm pedido de demissão

Apesar do presidente do Conselho de Administração do Hospital Garcia de Orta, Daniel Ferro, ter anunciado um conjunto de medidas para melhorar o atendimento nas urgências, os sete chefes do Serviço de Urgências reafirmam que continuam demissionários.

"Na sequência de reunião tida hoje com o Conselho de Administração, vimos reafirmar a nossa posição demissionária. Aceitámos participar ativamente em reuniões de organização/reestruturação do Serviço de Urgência, contudo ainda não se desenham resultados e a nossa posição mantém-se inalterada", afirmam, em comunicado enviado à Lusa, os sete chefes do Serviço de Urgências do Garcia de Orta, que pediram a demissão na segunda-feira.

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