Catorze unidades públicas de saúde do norte vão adotar uma estratégia comum para poupar na fatura dos medicamentos, dispositivos médicos e material de consumo clínico, anunciaram ontem as entidades envolvidas.

Num curto comunicado conjunto,  refere-se que estas políticas comuns foram aprovadas por diferentes comissões técnicas “integrando os melhores peritos de cada área”, e ainda pelas comissões de farmácia e terapêutica de todas as entidades subscritoras.

As unidades envolvidas neste acordo, que foi alcançado quarta-feira, em reunião no hospital de Gaia, não adiantaram a poupança que esperam obter com a estratégia comum e as tentativas para obter esclarecimentos adicionais de viva voz revelaram-se infrutíferas.

O acordo foi subscrito por nove centros hospitalares (Porto, S. João, Entre Douro e Vouga, Alto Ave, Médio Ave, Gaia/Espinho, Tâmega e Sousa, Póvoa de Varzim/Vila do Conde, Trás-os-Montes e Alto Douro), pelas unidades locais de saúde do Nordeste, Matosinhos e Alto Minho, bem como pelos hospitais de Braga e Barcelos.

A troika impõe que o Serviço Nacional de Saúde português poupe este ano 860 milhões de euros em medicamentos, numa altura em que indústria farmacêutica reclama ao sistema hospitalar público a liquidação de faturas em atraso no valor de 1,3 mil milhões de euros.

17 de fevereiro de 2012

@Lusa

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