Numa cerimónia que reuniu mais de mil pessoas na Bairrada, a Revista de Vinhos distinguiu na passada sexta-feira, 12 de fevereiro, ‘Os Melhores do Ano 2015’.

O produtor bairradino Luís Pato foi agraciado com o prémio de carreira ‘Senhor do Vinho’, pela sua contribuição na divulgação e afirmação dos vinhos portugueses em todo o mundo. Na ‘Gastronomia’, com o prémio que leva o nome do jornalista gastrónomo “David Lopes Ramos”, foi distinguido Ljubomir Stanisic, do restaurante 100 Maneiras, em Lisboa.

Houve ainda 19 ‘Prémios Especiais’, com duas das categorias a elegerem vencedores em ex-aequo: Casa Agrícola HMR (sigla de Herdade do Monte da Ribeira) e Quinta Vale D. Maria (da Lemos & Van Zeller) na categoria ‘Produtor’; e Adega Mãe e Quinta do Gradil (da Parras Vinhos) como ‘Empresa(s) do Ano’.

Os prémios distinguiram a Caminhos Cruzados, do Dão, como ‘Produtor Revelação’. Igualmente para esta região foram os prémios de melhor ‘Organização Vitivinícola’, com a Comissão Vitivinícola Regional do Dão a arrecadar este troféu, e melhor ‘Campanha Publicitária’, atribuída às “Histórias escritas com vinho”, criadas pela agência A Transformadora para o produtor Casa da Passarella. Mais a Norte, a duriense Gran Cruz levou a estatueta de melhor ‘Empresa (Vinhos Generosos)’ e o prémio de ‘Identidade e Carácter’ foi atribuído à Niepoort Vinhos. No que toca à ‘Adega Cooperativa’, segundo a Revista de Vinhos a que mais se destacou em 2015 foi a da Vidigueira, Cuba e Alvito. Também para o Alentejo foi o prémio ‘Melhor Enoturismo de 2015’: a Adega Mayor, em Campo Maior.

Em relação aos enólogos, a Bernardo Cabral, da Companhia das Lezírias e consultor em vários projectos como Pegos Claros e Bombeira do Guadiana, coube o título de melhor ‘Enólogo’. Álvaro van Zeller recebeu a estatueta prateada com o título ‘Enólogo (Vinhos Generosos)’ e o “viticólogo” Nuno Magalhães foi eleito o “Senhor da Vinha”.
No âmbito dos estabelecimentos, destaque para a ‘Garrafeira’ Garage Wines, em Matosinhos; para o ‘Wine Bar’ Grapes & Bite Winehouse, em Lisboa; e para a Quinta do Saloio, no Estoril. No âmbito gastronómico, foram distinguidos os restaurantes O Paparico, no Porto e o Dom Joaquim, em Évora.

Os ‘Prémios de Excelência’, os melhores entre os melhores, foram distribuídos por um espumante, o ‘Murganheira Távora-Varosa Chardonnay branco 2008’; três brancos, sendo dois deles de Alvarinho e o outro um Dão da Quinta da Pellada; 20 tintos, em que oito são do Douro e outrosoito são alentejanos; três vinhos do Porto; dois Madeira; e um Moscatel de Setúbal.

De colheitas bem distintas, os afamados ‘Barca Velha’ (2004), do Douro, e ‘Pêra-Manca’ (2011), do Alentejo, estão entre os vencedores. Destaque para o generoso ‘Vasques de Carvalho Porto Tawny 40 anos’, do produtor com o mesmo nome, que chegou ao mercado apenas em 2015, embora de uma família com anos de história na produção de néctares do Douro e Porto.

Analisando os ‘Melhores de Portugal’, em que se distinguem os melhores dentro de cada região vinícola, o Alentejo ficou à frente com 31 referências, colado ao Douro com 30 néctares eleitos, logo seguido da Bairrada com 26 premiados.

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