Victoria Beckham vai renunciar aos apoios públicos a que se tinha candidatado após as críticas de que foi alvo na imprensa, na internet e nas redes sociais. Depois de ter despedido 30 funcionários desde o início do surto pandémico de COVID-19 e de ter apresentado uma candidatura a financiamento estatal, a estilista e empresária britânica de 46 anos, que possui uma fortuna de 131 milhões de dólares, mais de 120 milhões de euros, foi alvo de forte contestação.

"Numa fase inicial, os acionistas chegaram a acordo com a direção para suspender uma pequena fração dos colaboradores. Nessa altura, não sabíamos quanto tempo iria durar o confinamento e que impacto iria ter no negócio", justificou a antiga cantora da banda feminina Spice Girls em declarações ao jornal The Guardian. De acordo com o tabloide The Sun, depois das críticas públicas, os acionistas decidiram reforçar o investimento para suportar as perdas registadas.

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"Prima-dona mimada. O plano de resgate [britânico] não era para milionários como tu", chegou a condenar o jornalista Piers Morgan no programa de televisão "Good Morning Britain". Para além da fortuna pessoal de mais de 120 milhões de euros, Victoria Beckham e o marido, o ex-futebolista David Beckham, têm um património familiar de 335 milhões de libras esterlinas, cerca de 382 milhões de euros, pelo que o recurso a dinheiros públicos para financiar o negócio não foi visto com bons olhos. "Ela ficou devastada com as críticas, até porque não foi uma decisão que tenha partido dela", garantiu uma fonte próxima da antiga artista ao The Sun.

De acordo com o tabloide, a empresária terá sido convencida a avançar para a candidatura pelo conselho de administração que gere a companhia. "Eles asseguraram-lhe que seria a decisão mais correta", garante fonte próxima da criadora de moda. Já a colega Stella McCartney, filha do cantor e compositor Paul McCartney, um dos fundadores dos The Beatles, mantém a intenção de recorrer ao financiamento público para garantir a viabilidade do negócio.

No verão passado, já com dificuldades, a estilista, que conta com 1.400 colaboradores, vendeu uma parte substâncial da sua marca ao grupo empresarial LVMH, que possui marcas de luxo como a Louis Vuitton, a Fendi, a Givenchy, a Christian Dior, a Celine, a Rimowa, a Kenzo, a Marc Jacobs e a Fenty. "As ajudas públicas representam um balão de oxigénio para a firma, que entrou no vermelho no exercício passado por causa dos custos de reorganização", refere o jornal El País.

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