O 'countdown' da Gucci – como se alguém da indústria se pudesse esquecer – foi feito uns dias antes com um surpreendente e original convite feito pelo diretor criativo da casa, Alessandro Michele. Um cronómetro cor de laranja com números digitais a vermelho a fazer a contagem decrescente para o evento e selado num saco com um aviso: "Parental Advisory, Explicit Content".

O ambiente criado para a passerelle foi uma analogia ao trabalho de um designer. Os materiais utilizados são típicos de uma sala de operações e do meio ambiente ao redor: PVC nas paredes e piso, portas de fogo com barras de pânico, lâmpadas LED e cadeiras de plástico, como as de uma sala de espera. Na senda, a música é enriquecida por sons que se assemelham aos do batimento cardíaco ou a monitores de controle de pressão sanguínea. E tal é enfatizado pela Gucci no Instagram "O conceito reflete o trabalho de um designer - o ato de cortar e de reconstruir materiais e tecidos, por forma a criar uma nova personalidade e identidade com eles".

Os modelos, aparentando serem cyborgs, desfilaram com balaclavas (touca ninja), máscaras, lenços de seda, turbantes em jacquard, chapéus elaborados, casacos dourado escuro com missangas geométricas, blazers com referência aos New York Yankees, entre outros. Nas mãos foram carregadas cabeças cortadas, um dragão e uma cobra, sendo esta já uma referência noutros projetos da Gucci. Entre os convidados do desfile de moda estavam a atriz e modelo Miriam Leone, a atriz francesa Chiara Mastroianni e o ator italiano Alessandro Borghi.

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