Diferentes culturas possuem diferentes ideais relacionados
com a forma dos glúteos e, quando chega a hora de
melhorar o aspecto das nádegas, há uma influência racial
e cultural importante.

De facto, não existe outra zona tratada
pela Cirurgia Plástica (excepto o nariz) em que os cânones
culturais ou raciais determinem tanto a satisfação
final.


Por isso, ao retocar os glúteos de uma paciente, o médico
deve ter sempre em atenção a sua origem e as suas características.

Glúteos hispânicos

As pessoas desta etnia procuram sempre nádegas preenchidas
e harmoniosas. São acompanhadas de coxas
bem torneadas, razão pela qual, para se obter um resultado
mais equilibrado, se preenche também a parte
externa das coxas.


Glúteos caucasianos

Também procuram nádegas preenchidas mas não demasiado
grandes. Quanto às coxas, estas são pouco
salientes e qualquer excesso nesta zona é considerado
inestético. Para a zona lateral da nádega há duas tendências:
torná-las mais arredondadas ou, pelo contrário,
procurar uma lateral mais plana, com uma aparência
mais atlética e menos exuberante.

Glúteos afro-americanos ou caribenhos

Pode dizer-se que é o rabo da moda, em parte, por causa
do boom das modelos brasileiras e do triunfo de uma
peça de roupa chamada tanga. As suas características
são duas: volumoso e saliente, com laterais preenchidas
e, às vezes, com uma proeminência extrema da região
superior das nádegas. Costuma ser acompanhado de
coxas volumosas.

Glúteos asiáticos

Encontra-se no extremo oposto dos rabos africanos.
São rabos pequenos e de tamanho moderado. Não são
demasiado preenchidos mas sim proporcionais. Não
têm formas laterais demasiado profusas (tanto nos glúteos
como nas coxas). O seu aspecto é mais alongado
do que noutras tipologias.

Veja na página seguinte: Como conseguir uns glúteos de sonho

Como conseguir uns glúteos de sonho

Actualmente, utilizam-se três técnicas para a remodelação dos glúteos.

A escolha de
uma ou de outra depende das necessidades de cada paciente. Francisco Melo explica
as características de cada uma delas:

Implantes de gel de silicone

São usadas próteses de gel de silicone semelhantes às utilizadas para o aumento mamário.

São colocadas na parte superior da região glútea, de modo a projectarem e daremvolume a essa zona. Os resultados são duradouros mas estão sujeitos a mais complicações, pois estão numa área funcional sujeita a maiores traumatismos e stress funcional.

Enxertos de gordura

É um método adequado quando existe gordura em quantidade suficiente para ser colhida
noutras zonas corporais. Permite um aumento moderado, sendo que geralmente é necessário
mais do que um procedimento para obter o volume e a simetria desejados.

Existem
técnicas recentes que recorrem ao enriquecimento da gordura com factores de crescimento,
que permitem viabilizar volumes maiores de gordura aplicada como enxerto. O principal
problema consiste na existência de áreas dadoras e na previsibilidade dos volumes finais,
pois parte do enxerto pode ser reabsorvido ou destruído de um modo não uniforme.

Ácido hialurónico (Macrolane)

Permite obviar os dois problemas essenciais dos enxertos de gordura, pois não necessita
de uma área dadora, e a sua reabsorção é gradual, uniforme e facilmente previsível.

Assim,
é mais fácil obter o volume desejado apenas com um procedimento. Contudo, não
oferece um aumento duradouro, pois para manter o volume é necessário repetir o preenchimento,
embora com volumes menores, com uma periodicidade anual. Por outro lado,
simula um aumento natural, mesmo ao tacto, o que não acontece com os implantes.

Texto: Madalena Alçada Baptista

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