Introduz-se uma fibra óptica de laser finíssima dentro da veia afectada através de um cateter. Com o eco-doppler
consegue-se chegar ao ponto onde a variz nasce, que é selado com o calor do laser.

Outra opção é queimar o trajecto da veia para induzir a sua fibrose e posterior reabsorção. É realizada com anestesia local, dura uma hora e não precisa de pontos, uma vez que a incisão não ultrapassa os 3 mm.

É possível andar logo de seguida.
É uma alternativa eficaz para tratar varizes médias ou grandes sem internamento. É praticamente indolor, não apresenta hematomas e o pós-operatório é muito fácil, sem ser necessária a imobilização. A recuperação dura de três a cinco dias.

Este é um método de tratamento definitivo. Na primeira década de aplicação, teve uma eficácia de 98%. Requer apenas uma sessão e o preço pode ir dos 1.500 aos 2.500 euros para cada perna.


Inconvenientes

- Possível sensação de tensão na zona tratada

- Só pode ser utilizada nas varizes grandes e médias de trajecto linear. Nas veias colaterais tortuosas, o método tradicional (ligadura da crossa da safena) continua a apresentar vantagens

- Está técnica só pode ser utilizada nas varizes grandes e médias de trajecto linear

- Em alguns casos é necessário usar sedação ou anestesia epidural

- Pode provocar queimaduras de pele, nevrite do nervo safeno, hiperpigmentação e fibrose no local da safena


Texto: Madalena Alçada Baptista

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