Em comunicado, o município refere que a caixa, pela sua dimensão (68 centímetros de comprimento por 42 de largura) e conceito minimalista, reduz a tendência dos pais colocarem objetos junto ao bebé, como peluches, brinquedos e almofadas, uma prática que pode potenciar mortes por asfixia.

O conceito, baptizado de “Baby Box”, foi trazido para Portugal por Verónica Macedo e João Cortinhas, que, depois de seis anos em Inglaterra, decidiram voltar para o seu país natal quando souberam que iam ser pais.

“A Baby Box é uma caixa de cartão certificado e muito confortável, especialmente desenhada para poder ser usada como um mini berço, com a vantagem de poder ser transportada para qualquer lugar da casa, o que permite que as práticas seguras sejam cumpridas onde quer que os pais estejam”, explica Verónica Macedo, enfermeira de 32 anos.

Para além da caixa propriamente dita, que aguenta um peso até 10 quilogramas, a Baby Box inclui ainda um colchão ajustado, uma cobertura impermeável e um lençol 100% de algodão.

O casal escolheu, simbolicamente, o Dia Mundial da Criança para o arranque da comercialização, via online.

A startup Baby Box está instalada na Incubadora Famalicão Made IN e tem acompanhamento do Gabinete de Apoio ao Empreendedor do município.

Vender em lojas com porta para a rua também está no horizonte, mas para já o casal dá prioridade ao site.

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