“Temos mais psicólogos, mais técnicos de ensino especial, mais professores do ensino especial e abrimos mais lugares para o ensino especial”, afirmou o ministro da Educação.

Nuno Crato falava aos jornalistas à margem das II Jornadas Pedagógicas da Escola profissional Profitecla, que sede no Porto e polos em Lisboa, Coimbra, Viseu, Braga, Guimarães e Barcelos.

Questionado pelos jornalistas sobre as conclusões de um estudo divulgado quarta-feira que apontava falta de verbas e de técnicos para apoiar os alunos com necessidades educativas especiais que frequentam as escolas de ensino regular, o ministro afirmou que “é falso que haja redução de apoios para o ensino especial”.

E frisou: “Temos mais psicólogos do que jamais tivemos, temos mais professores de ensino especial do que jamais tivemos, abrimos mais lugares e temos mais recursos para o ensino especial”.

“O estudo fala também da adequação das necessidades que os jovens têm, porque há jovens que têm necessidades diferentes. Estamos a precisar de olhar de novo para o ensino especial, ver de novo quais são as necessidades diferenciadas que os jovens têm, quais são os melhores enquadramentos para cada um desses jovens. É isso que o estudo se limita a fazer e nós lemos com atenção e seguiremos o que for necessário seguir”, sustentou.

Na sua intervenção no painel “25 Anos de Ensino Profissional e agora?”, Nuno Crato referiu que quase metade dos alunos (44,5%) do Ensino Secundário estão frequentar cursos profissionais, considerando que esta opção tem sido “fundamental” para a redução do abandono escolar, que passou dos “30% em 2010 para os 17% em 2015”.

“Orgulha-nos o professo feito, embora haja ainda muito trabalho a fazer. O nosso objetivo para 2020 é conseguirmos reduzir a taxa do abandono escolar para os 10%”, acrescentou.

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