É a dor de cabeça de muitas crianças. E adultos, já agora, sobretudo os que não têm paciência – ou tempo – para ajudar os filhos com os “polémicos” trabalhos de casa.

Um novo estudo da Fundação Varkey, orgão internacional de apoio à educação, analisou 29 países e descobriu que nas economias emergentes os pais dedicam muito mais tempo a apoiar estas tarefas dos filhos do que em países ricos.

Na Índia, por exemplo, e segundo um artigo da Economist, os pais gastam  uma média de 12 horas semanais com os trabalhos de casa dos filhos - cinco horas a mais do que a média geral. Por contraste, os pais da Finlândia e do Japão parecem dedicar pouco tempo aos “deveres” das crianças: só 5% dos finlandeses disse passar pelo menos sete horas a ajudar os filhos e 31% admitiu nunca participar nesta actividade.

O estudo perguntou aos pais se acreditavam estar a investir a quantidade necessária de tempo nessa tarefa. A maioria dos indianos e vietnamitas disse que sim. No Uganda, Peru, Malásia e Brasil, mais de 40% admitiu não estar a fazer o suficiente. Já os franceses adotaram uma atitude mais displicente: apenas 11% passam sete ou mais horas a ajudar os filhos e só 22% considera esse tempo “pouco”.

Coincidência, ou não, o país onde as crianças parecem menos interessadas neste tipo de auxílio é a Finlândia, um dos dez países com melhores resultados escolares a nível internacional. Cerca de 44% dos pais finlandeses garantiu que são os filhos que não querem o seu apoio na hora de fazer os trabalhos de casa.

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