Timothée Chalamet não ficou indiferente à mais recente polémica a envolver Woody Allen, na qual o realizador foi acusado de abusos sexuais pela filha adotiva.

O ator trabalhou com o cineasta no filme ‘A Rainy Day in New York’, e como tal irá doar todo o dinheiro que recebeu com este projeto a instituições de solidariedade que combatam a desigualdade e o preconceito.

“Este ano mudou a forma como eu vejo e me sinto em relação a muitas coisas; tem sido empolgante e, em alguns momentos, esclarecedor. Até este momento, escolhi projetos sob a perspectiva de um jovem ator que tenta seguir os passos de experientes atores que admiro. Mas estou a aprender que um bom papel não é o único critério para se aceitar um trabalho – isso ficou muito claro para mim nos últimos meses, tendo testemunhado o nascimento de um poderoso movimento com a intenção de acabar com a injustiça, a desigualdade e, acima de tudo, o silêncio”, começa por referir na sua página de Instagram.

“Fui questionado em algumas recentes entrevistas sobre a minha decisão de trabalhar num filme com o Woody Allen no verão passado. Eu não posso responder diretamente a esta pergunta por obrigações contratuais. Mas o que posso dizer é: eu não quero lucrar com o meu trabalho neste filme e, com este propósito, vou doar todo o meu salário a três instituições de caridade: TIME’S UP, The LGBT Center em Nova York e RAINN. Eu quero ser digno de ficar lado a lado dos corajosos artistas que estão a lutar para que todas as pessoas sejam tratadas com o respeito e a dignidade que merecem“, completou.

De sublinhar que Chalamet seguiu o exemplo da colega, Rebecca Hall, com quem contracenou no filme e a qual também doou o dinheiro que ganhou.

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