"A minha avó faz 101 anos! Este texto vai ser longo e, provavelmente, poucas pessoas vão querer lê-lo. Não faz mal. Escrevo-o para que a memória de uma mulher extraordinária não se perca", assim começou por escrever Rita Ferro Rodrigues na sua revista digital, Elefante de Papel.

Um longo texto onde homenageia a familiar, Marieta Cidade Barreto.

"[...] Resiste forte neste mundo, acredito eu, por amor. Pelo amor que sente, pelo amor que recebe todos os dias. Pelo amor que viveu com o meu avô, que já não está entre nós, mas que na cabeça dela permanece vivo", destaca, recordando de seguida um dos últimos encontros com a avó.

"Encostei-lhe a cabeça no ombro como quando era pequenita. Olhou para mim e disse: 'O teu avô acabou de sair do quarto. Tinha aqui a cabeça encostada. Não o viste?'. E eu, que tanto o queria ver, comovi-me e menti-lhe dizendo que sim, com a convicção possível que consegui desencantar no momento, com os olhos rasos de lágrimas. Aquela cabeça encostada a ela era a minha, o amor eterno que sentiu, era o dela. O que os seus olhos terão visto não sei – nunca saberei", partilha.

Uma publicação quer termina com palavras carinhosas: "Parabéns, querida avó. Marieta menina, mulher, mãe, irmã, filha, cidadã exemplar. A inesquecível Marieta de Montemor. Uma bússola para sempre nas nossas vidas".

Para ler o texto na íntegra, clique aqui.

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