O Festival de Música e Artes de Coachella Valley reúne, na Califórnia, famosos das mais diversa áreas profissionais, como música e moda, todos eles dispostos a divertirem-se seguindo um 'vibe' mais hippie. Estilos como rock alternativo, hip hop, música eletrónica e referências ao movimento hippie e à manutenção da paz estão presentes no evento.

Ora, quem não concorda em nada com esta vertente é Cara Delevingne. A modelo acusou o dono do festival, Philip Anschutz de ser homofóbico e a favor das armas, precisamente o contrário do que o espírito de festival transparece.

Anschutz é um empresário que está entre os 31 homens mais ricos dos Estados Unidos, segundo a Forbes. A sua fortuna está avaliada em 7800 milhões de dólares, é membro de Igreja Presbiteriana Evangélica e considerado um cristão muito conservador.

Tendo isto em conta, Delevingne fez saber que não participará num evento que depende de um homem cuja parte da fortuna financia partidos políticos pro armas, que é anti-LGBT e que considera que Barack Obama não é um verdadeiro norte-americano.

Importa sublinhar que Delevingne chegou a participar em edições passadas, mas que decidiu agir de forma diferente este ano.

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