Cláudio Ramos criticava no programa 'Dois às 10' as duras críticas feitas à produção do 'Big Brother' e a Cristina Ferreira no caso que implica a alegada relação abusiva entre Bruno de Carvalho e Liliana Almeida, quando acabou por lembrar uma época em que também ele foi "chacinado" por causa de um reality show.

O apresentador lembrou que os concorrentes são sempre submetidos a vários testes psicológicos, antes de entrarem e dentro do jogo, estando acompanhados de equipas médicas que verificam o seu estado de saúde físico e emocional. Verificação essa que aconteceu agora com Liliana Almeida e no 'Big Brother 2020' com Diogo Cunha.

"Quando foi com o Diogo Cunha [do Big Brother 2020] eu fui chacinado porque toda a agente me dizia que eu não podia falar com o Diogo daquela maneira porque ele era doente mental, tinha uma doença mental. E eu tinha do meu lado os relatórios médicos que me diziam exatamente o contrário", revela o apresentador, dando conta de que não seriam verdade os rumores de que Diogo estaria a passar por uma depressão naquele momento.

"E a prova ficou que ele quando veio cá para fora e se viu que tipo de doença mental era. Ele era um manipulador que estava dentro do jogo, e tinha o direito de o ser. Ele estava a jogar com as armas que tinha", acrescentou ainda Cláudio Ramos, arrasador na sua opinião.

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