Fernando Rocha esteve esta quarta-feira, através de videochamada, numa emissão em direto da TVI24 onde voltou a recordar a sua experiência durante o período em que esteve infetado com a Covid-19.

"Só tive sintomas nos primeiros três, quatro dias. Depois dos primeiros dias fiquei dois meses em confinamento, sempre com os testes a darem negativo e sem sintomas nenhuns", recorda o humorista, que testou positivo em março deste ano.

Febres altas, dores no corpo, vómitos e perda de olfato e paladar, foram estes os sintomas que marcaram os primeiros dias de Feranndo Rocha com a Covid-19. Contudo, os sintomas estiveram longe de ser a maior batalha que ultrapassou neste período.

"O pior nem foram as dores, porque o que eu senti a gripe mais forte do que alguma vez tive, mas o que mais me afetou foi o estado psicológico. Ninguém me sabia informar que doença era esta", lembra, confessando mesmo que chegou a achar que poderia morrer.

Ao ver as notícias e perceber que tinha morrido um médico em Itália e que o presidente do banco Santander Totta, Vieira Monteiro, também não conseguiu resistir à doença, o ator e humorista não conseguia evitar os pensamentos negativos.

"Pensei, estou tramado, uma pessoa que é médica, outra que financeiramente está muito bem, os dois morreram... eu vou direitinho", recorda. "O pior foi mesmo pensar: vou morrer, vou deixar de ver os meus filhos, a minha mulher... e os meus filhos ainda precisam de mim. Acho que foi mesmo o pior de tudo", termina.

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