"Esse presidente sem noção, sem educação, sem compaixão", assim começa por dizer Luana Piovani ao referir-se a Jair Bolsonaro, o atual presidente do Brasil.

A atriz brasileira, que neste momento encontra-se a viver em Portugal com os filhos, mostrou-se surpreendida por ver muitos seguidores a continuarem a apoiar Bolsonaro, mesmo perante as decisões e atitudes que tem tomado perante a pandemia da Covid-19.

"Estou muito impressionada por as pessoas terem vindo a mostrar que o apoiam", acrescentou. "Quando ele diz 'e daí?' E daí? Como assim? São cinco mil mortes, são cinco mil famílias a chorar", salientou.

Indignada, continuou: "[Ele não é responsável pela Covid-19], mas ele é responsável por essa loucura generalizada que está a acontecer no Brasil. Pelas pessoas acharem que não precisam de ficar em casa. Ele está a fazer chacota com a dor alheia e isso é grave, é cruel. Estou a falar de humanidade, não estou a falar de política. Acordem! Daqui a pouco temos 10 mil mortos. Daqui a pouco chega perto de ti. Eu mesma que estou aqui perdi duas pessoas queridas. Acordem".

Mas não ficou por aqui e momentos depois voltou às stories da sua página de Instagram para anunciar que vai bloquear todos os seguidores que continuam a apoiar o presidente do Brasil.

"Nunca foi importante para mim a quantidade de pessoas que me seguem, mas sim a qualidade das pessoas que me seguem. Fico muito feliz quando vejo os comentários e as pessoas têm um vocabulário rico, são generosas, elas ajudam-se entre si, os meus seguidores. Muita gente já se conhece através do meu Instagram e acabaram por criar amizades, e é isso que me deixa feliz. [...] O que estou aqui a dizer é que vou bloquear todas as pessoas que se solidarizam com o maluco do Bolsonaro. Depois de ele dizer 'eu não sou coveiro, e daí', nem se ele tivesse dado um milhão de dólares a cada brasileiro seria perdoado. [...] Se não tiver um coração dentro de si para entender que ele está a ser desumano, não me serve", garantiu.

De referir que o mais recente balanço indica que o Brasil aproxima-se da barreira dos seis mil mortos associados ao novo coronavírus. Até ao momento, morreram 5.901 pessoas.

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