"Estaremos a contar todas as mentiras?'', perguntou Ghislaine Maxwell durante o depoimento de 2016, dizendo não se lembrar de ter levado a acusadora de Epstein, Virginia Giuffre, para a saída de uma noite com André, em Londres.

As declarações constam nas mais de 400 páginas de transcrição libertadas num processo civil pela juíza distrital norte-americana Loretta A. Preska.

Maxwell, 58 anos, que se declarou inocente, foi acusada de ter recrutado três raparigas menores de idade nos anos 90 para Epstein, por abuso sexual e por perjúrio nos depoimentos, embora as acusações não se relacionem com o príncipe.

Maxwell pôs em causa uma longa lista de inquéritos sobre as tendências sexuais de Epstein e as suas interações com Giuffre e outras mulheres jovens, insistindo que nunca viu o empresário ter relações sexuais com ninguém.

"Ela é absolutamente uma mentirosa, todos sabem que ela mentiu sobre múltiplos assuntos e isso é apenas mais uma coisa nojenta que ela acrescentou", disse Maxwell, negando ter tido sexo a três com Epstein e Giuffre.

"Nunca vi nenhuma atividade imprópria com Jeffrey", afirmou Maxwell.

A ex-namorada de Jeffrey Epstein considerou que a acusação de ter recrutado raparigas ou mulheres para serem abusadas sexualmente por Epstein era "repulsiva".

Giuffre acusou Epstein de ter promovido encontros sexuais entre si e vários homens ricos e influentes, incluindo o príncipe André. Ele e os outros homens negaram as alegações.

Maxwell tem estado detida sem fiança desde a sua detenção em julho, sob a acusação de ter procurado raparigas menores de idade para Epstein por abuso sexual, entre 1994 e 1997.

Leia Também: Caso de Epstein. Tribunal autoriza divulgação de depoimento de testemunha

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