Cláudio Ramos esteve recentemente no programa 'WI-FI', da RFM, para responder às acutilantes perguntas do desafio à 'Cara Podre'.

"Quem foi o teu pior colega de trabalho?", quiseram saber os animadores de rádio, merecendo resposta pronta e sincera por parte do apresentador.

"Todos os que fizeram as 'Noites Marcianas' foram péssimos, à excepção do Jorge Mourato e da Susana Cacela - que eram uns amores. Todos foram péssimos para mim, todos os marcianos, foram maus colegas. Receberam-me muito mal", lembra Cláudio Ramos, garantindo que com o passar do tempo o clima melhorou.

Porém, a verdade é que esta foi apenas a primeira parte da pergunta. O apresentador confessou que mais recentemente existiu igualmente uma colega com quem não gostou nada de trabalhar.

"Mais recentemente, não gostei nada de trabalhar com a Joana Latino. Odiei trabalhar com a Joana Latino, achei um horror. Os nossos feitios não casavam. Enquanto pessoa não, mas sim em estúdio no 'Passadeira Vermelha'", confessa, lembrando a época em que ambos eram comentadores do programa da SIC Caras.

Cláudio realça a ligação de grande cumplicidade que estabeleceu com Ana Marques, Luísa Castel-Branco e Liliana Campos. Mais tarde entrou na equipa Maria Botelho Moniz, que foi "muito bem recebida" por todos, e só depois Joana Latino.

"Depois, quando entra a Joana Latino, pessoalmente, não me identifiquei com ela, com a maneira de trabalhar dela. Mas respeitei sempre o espaço dela e ela respeitou sempre o meu espaço", esclarece, por fim.

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