O príncipe Harry e Meghan Markle têm consciência da importância da decisão que tomaram ao optarem por faltar à cerimónia de homenagem do príncipe Filipe, falecido avô de Harry e marido da rainha Isabel II (que aconteceu esta semana).

A informação é adiantada pela especialista em realeza britânica, Ingrid Seward, que classificou a atitude dos duques de Sussex como "petulante e rude".

"O muro de silêncio foi ensurdecedor como se eles tivessem gritado do topo da abadia. Os tão opinativos duques de Sussex não disseram nada. Nenhum porta-voz cuspiu longas frases com palavras indecifráveis. Não houve flores orgulhosamente exibidas. Não houve comentários da Archwell [associação criada por Harry e Meghan Markle]. Nem uma palavra dos seus apoiantes nas redes sociais", sublinhou.

Para Ingrid, apesar das questões de segurança levantadas por Harry em relação à ida da família para o Reino Unido, não havia motivos para que não fosse sozinho, à semelhança do que fez no funeral do avô.

"A presença deles não teria desviado as atenções da rainha. Era o dia dela e ninguém conseguia tirar-lhe isso, nem mesmo o filho favorito, o duque de York, que a acompanhou até ao seu lugar.

A única explicação é que nenhum deles queria ir. Não haveria problemas de segurança. A abadia inteira estava cheia de homens dos serviços secretos para proteger a maior reunião de realeza, políticos e altas patentes do exército, desde o casamento em Londres do duque e duquesa de Cambridge.

O Harry deveria saber que iria parecer petulante e rude. E se não soubesse, a Meghan saberia", completa.

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