Uma mistura explosiva de medicamentos, regados com cerveja e champanhe, é apontada como a causa mais provável da morte de Whitney Houston, sábado passado, em Beverly Hills, na Califórnia.

Fotos tiradas no cenário do drama – uma suite do Hilton Hotel – mostram que a cantora de 48 anos tinha em seu poder diferentes frascos de medicamentos, incluindo o analgésico Ibupprofen, o antidepressivo Xanax, o Midol (para dores pré-menstruais) e o Amoxicillin, usado no combate a infecções bacteriais.

Sabe-se, também, por via dos restos encontrados na suite, que Whitney teria comido, pouco antes da sua morte, um hambúrguer com batatas fritas e bebido uns copos de champanhe e de cerveja.

Junto à banheira, dentro da qual a diva foi encontrada já sem vida e que levou a pôr a hipótese, entretanto desmentida, de afogamento, havia também um prato com uma sanduíche de peru e alguns pimentos jalapenhos.

A autópsia já foi feita, mas a causa oficial da morte só será divulgada dentro de seis semanas, tempo necessário para os testes toxicológicos.

O corpo de Whitney já foi entregue à família, que tenciona realizar o funeral lá mais para o fim da semana, provavelmente na sexta-feira, em Newark – terra natal da cantora.

Sucedem-se, entretanto, as manifestações de pesar nos círculos artísticos dos Estados Unidos e em todas as redes sociais, um pouco por todo o mundo.

Ontem foi a vez de o próprio presidente Barack Obama ter vindo a público apresentar condolências à família enlutada e lamentar a perda de uma mulher “com imenso talento”.

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