Durante o dia consumimos mais ar do que qualquer outra substância e, no entanto, pensamos pouco no que haverá no ar que respiramos – de facto, pode estar 5 vezes mais contaminado do que o ar exterior.

Na maioria das vezes as pessoas apenas pensam na qualidade do ar quando pintam a casa ou depois de utilizar produtos químicos agressivos. No entanto, há múltiplas fontes das quais podem surgir os diferentes agentes contaminantes nas distintas divisões.

Nos quartos, os móveis de madeira prensada, a espuma de móveis estofados e as velas perfumadas podem libertar formaldeído, gás prejudicial para o trato respiratório.

Na sala de estar as lareiras e fogões podem gerar partículas nocivas durante a combustão, os animais de estimação espalhar materiais microscópicos por toda a casa e as plantas e flores criar grãos de pólen microscópicos.

No que toca à cozinha, os produtos de limpeza e ambientadores podem emitir benzeno e os fogões a gás, assim como todo o processo de cozinhar, podem emitir fumos e odores também prejudiciais.

Arejar, aspirar com aparelhos adequados e limpar com frequência, evitar tapetes e reduzir decorações em tecido, resolver problemas de infiltrações e não fumar dentro de casa são as precauções de primeira linha.

Se mesmo assim sintomas como irritação nos olhos, nariz e garganta, dores de cabeça e tonturas persistirem, um purificador de ar pode ser uma opção a considerar.

A Dyson partilha cinco razões pelas quais um purificador de ar é um bom aliado em casa.

1. Melhoria de problemas respiratórios

A qualidade do ar de ambientes interiores é um dos fatores de saúde ambiental que tem uma maior contribuição para as doenças. Segundo o estudo “Meio ambiente e saúde” da Agência Europeia do Ambiente, as infeções agudas do trato respiratório inferior atribuíveis à contaminação do ar interior estão vinculadas a 4.6% de todas as mortes.

Tendo em conta que cada ser humano respira à volta de 17.000-30.000 vezes ao dia, inalando cerca de 10.000 litros de ar diariamente, significa que introduzimos no nosso corpo um potente inimigo: entre 5 e 50 milhões de partículas contaminantes que chegam aos nossos pulmões – o que pode traduzir-se em doenças respiratórias e mortes prematuras.

2. A casa é o novo escritório e precisa de cuidados extra

É indiscutível que as casas se tornaram parcial ou totalmente no escritório principal. Da mesma forma, as pessoas estão a enfrentar o verão e logo o inverno num espaço que, na maioria dos casos, possui um ambiente onde o calor/frio e os problemas ambientais se podem acentuar.

Num escritório contamos com especialistas que comprovem que as conduções são as corretas; ao trabalhar em casa, somos nós mesmos que nos devemos preocupar com criar um ambiente adequado.

Tendo em conta que, segundo o estudo referido, aproximadamente, 90% do tempo que gastamos em atividades diárias é passado em espaços fechados e mais de metade do ar que inalamos na nossa vida é dentro das nossas casas, parece lógico que quanto mais puro e limpo for este ar melhor será para a nossa saúde.

E já não é só uma questão de lógica, os dados falam por si mesmos demonstrando-nos que a maioria das doenças relacionadas com exposições ambientais são derivadas do ar que respiramos no interior das casas e edifícios.

3. Purificador elimina até 99% das partículas que estão suspensas no ar

Para além dos contaminantes particulados maiores como o pólen e o pelo de animais, é essencial que o equipamento tenha filtrações HEPA para partículas tão pequenas como PM0,1 (100nm) – partículas do tamanho de bactérias e vírus.

4. Cuida de toda a família, todo o ano

Espaços fechados como a casa ou mesmo creches e jardins-de-infância são claros focos de infeções durante todo o ano e maioritariamente no inverno. Na verdade, as crianças entre os 6 e 12 meses de idade não têm um sistema imunitário forte. Como consequência, muitas crianças são portadoras de vírus assintomáticos que se transmitem rapidamente ao resto da família.

Dentro deste contexto, os purificadores podem ser aliados na prevenção de doenças de toda a família e de funcionários de instalações infantis.

Além disso, os estudos revelam que uma má qualidade do ar interior, pode produzir vários transtornos de sono como por exemplo a diminuição da sua eficiência - a percentagem de tempo na cama em que estamos realmente a dormir -, a capacidade de iniciar e manter o sono ou sonolência.

Se, além de tudo isto, o equipamento tiver as funções de aquecer e/ou refrescar o ambiente, será ainda mais eficaz e rentável.

5. Tecnologia é hoje um aliado à saúde

Estes dispositivos são cada vez mais entendidos como gadgets no sentido em que a tecnologia está em todo o lado. Além da inovação na purificação, muitas soluções já podem ser controladas remotamente por meio de um smarthphone ou tablet com as devidas aplicações.

É possível ligar, desligar, programas a utilização durante a noite e monitorizar a qualidade do ar interior da casa, a partir de qualquer lugar.

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