Envolve o recurso a essências de óleos no intuito de melhorar o bem-estar e equilíbrio físico e psicológico.

O leque de óleos essenciais é vasto (camomila, eucalipto, gerânio, alfazema, rosa, alecrim, sândalo, manjerona, jasmim, nerol) e cada um deles oferece propriedades específicas, existindo fórmulas calmantes, estimulantes, antibacterianas e anti-inflamatórias.

Podem ser combinados ou usados isoladamente e aplicados através de massagens ou, por exemplo, adicionados ao banho de imersão, podendo também ser inalados. É indicada para situações como ansiedade, stress, dores musculares ou problemas de pele, entre outros.

Riscos e cuidados a ter

Como são muito concentrados, quando aplicados directamente sobre a pele, os óleos podem originar alergias, por isso o ideal é realizar-se um teste médico de despistagem antes de se aplicar a fórmula pela primeira vez.

Para além disso, o recurso à aromaterapia está contra-indicada durante a gravidez,
em indivíduos com asma, hipertensos ou com epilepsia. Não deve ser aplicada em crianças, antes da exposição solar, assim como não deve ser combinada com tratamentos homeopáticos.

As últimas descobertas da ciência

Não existam estudos que sustentem todas as propriedade terapêuticas atribuídas à aromaterapia. Sabe-se que os óleos essenciais podem actuar a nível fisiológico e que estimulam uma área do sistema nervoso ligado às emoções, mas até ao momento ainda não se conseguiu apurar de que forma é que isso acontece.

De acordo com a obra «Terapias Complementares e Alternativas», editada pela
Pro Teste, «alguns estudos mostram que a aromaterapia parece ser útil como apoio em situações de ansiedade e poderia promover o
bem-estar em doentes com cancro e pacientes sujeitos a intervenções cirúrgicas».

«No entanto, os efeitos parecem dever-se, sobretudo, à massagem praticada na altura
da aplicação dos óleos», alertam. Ainda assim, alguns deles, refere a mesma fonte, poderão ser um aliado em casos de perturbações psicossomáticas.

Texto: Nazaré Tocha

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