Fechamos o ano de 2016 com a última lua nova deste fabuloso ano de purificação das estruturas arquetípicas da Era de Peixes… fechamos em grande, com um ciclo de ordem de auto responsabilização, empreender o foco da seta para onde queremos direccionar a nossa vida e comprometermo-nos, apenas connosco próprios… isso não é agir sozinho, nem criar solidão, exactamente o contrário, aprender a arte de partilhar crescimento, empreender esta nova etapa como algo inteiramente novo, pois o ser humano conhece a partilha como anulação de si ou imprimir nos outros a sua vontade e não se disponibilizar para sair do formato rígido criado pelo medo de ser frágil, vulnerável…

Existe uma continuidade de experiências que irão determinar a oportunidade à identidade de tomar consciência que a responsabilidade que tem actualmente é sentir, compreender, tomar consciência da atitude emocional que faz com que determine a sua defesa ao nível da identidade para se sentir seguro.

Ao tomar consciência do mecanismo que está por trás do comportamento com o exterior, já está por si só a assumir a responsabilidade que a mudança está em si.
É a partir deste ponto, deste estado de auto-observação que se inicia o processo de auto responsabilização, de que ao nível da identidade, existem imensas mecânicas das quais dependia para se sentir seguro e bem consigo próprio…

A Atitude interna, a disponibilidade de iniciar um ciclo novo de relação com os outros, irá definir a estrutura a edificar… as velhas escolhas ao qual a identidade se agarrava e que acabavam por ter uma componente de obrigatoriedade rígida, pois sempre que a experiência, o tempo, lhe devolvia essa exposição, ao nível do inconsciente havia um sentido de obrigatoriedade de manter a muralha que colocava entre ele e a experiência para não ser exposta as suas inseguranças…

Isto vai determinar uma continuidade de vivências que irão manifestar-se na sua vida, e é este o movimento cármico da repetição, não como componente de castigo/punição, mas sim a experiência que o próprio está a atrair para largar esse peso, assumindo a responsabilidade de sair desse estado de adormecimento onde culpabilizava o exterior, as circunstâncias, as pessoas que expunham as questões que não queria ver expostas… as suas falsas seguranças afinal eram os alicerces da construção do que mais tinha medo…

Estas questões são atitudes formatadas no carácter e a repetição nada mais é que o processo inconsciente que não sabe como libertar-se desse fardo…

Muito do peso manifesta-se por uma necessidade inconsciente na forma como quer ser visto e é aí que cria a sua própria muralha. À medida que se observa neste movimento, vai tendo a oportunidade de agir de outra forma, de cuidar de si ao nível do bem-estar e segurança interior e onde as experiências da vida vão sendo integradas como oportunidade de mudança, mudança essa que vai criar leveza e mudar a forma como se manifesta no exterior a conclusão da mudança.

Este estado de consciência leva-nos a integrar a vida com mais paciência, mais tolerância e mais benevolência, vamos resgatando o livre-arbítrio de escolher ter uma nova atitude para connosco próprio, assumindo crescer, ter consciência de que só de nós depende o retirar do peso e para isso é preciso não sentir medo de ser frágil…

Fragilidade não é fraqueza, é ser sensível , cuidador de si… Sintam como o medo de sentir programa a reacção , ao reagir ao programa de defesa interna, perde a genuína emoção e torna-se numa máquina calculista de defesa…

O que fica para viver em liberdade???
Nada, apenas a acção programada do sacrifício de ser livre …
Nada sabemos desta nova forma de estar na vida, então coloquem a seta, a intenção e confiem…
Confiar que nada sabemos, mas que a cada instante essa liberdade de viver fora do programa do ego, só poderá ser Guiada por uma Ordem Maior … restaurar a Fé, voltar a acreditar que nunca fomos abandonados, castigados por nada, esse programa está encerrado e agora é mãos à obra, construir um novo tempo...

Tónica lunar para este ciclo que inicia um novo tempo… acabou o sacrifício da liberdade, inicio um tempo onde a cada momento irei ser o mais genuíno possível, permitir sentir sem julgamentos, sem classificações de como e como quero ser…
Nada disto pode ser vivido sozinho, a mudança de atitude requer experiências praticas, dinamismo sem formatos de controle…

Ao estarmos cada vez mais presentes, a sentirmo-nos em consciência,vamos modificando características do carácter que mudarão o percurso da nossa vida , coisa que o ego de controle nunca poderia prever, aquilo que era pesado pode tornar-se leve.
Estar presente é estar consciente do que sentimos e sair da obrigatoriedade de achar que tínhamos de ser algo que tínhamos de ser, de sentir, de agir.
Viver em relação com a vida em liberdade…
Que 2017 seja o ano da descoberta desta forma de viver em liberdade, de ser criativo nas novas dinâmicas relacionais…

Um Abraço em proposta de ser Genuína…
Ruth Fairfield
Incondicionalmente rendida ao Universo e às Leis da Vida....

uth Fairfield
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