São muitas as crenças e convicções que rodeiam o número 13. Associado normalmente à má sorte, esta superstição duplica quando o número combina com uma sexta-feira.

Na numerologia, o número 12 é considerado algo completo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 signos do zodíaco. Já o 13 é considerado um número irregular, sinal de infortúnio.

A justificação cristã para tal crença está no facto de que Jesus Cristo provavelmente foi morto numa sexta-feira 13, uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, no calendário hebraico.

Recorde-se ainda que na última ceia eram treze à mesa e que depois desse jantar duas mortes trágicas sucederam-se.

Numa outra versão, ligada à mitologia nórdica, reza a história que num banquete, com 12 deuses convidados, Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e a luta terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses.

Mas há também quem diga que quando as tribos do norte se converteram ao cristianismo, a deusa Friga converteu-se em bruxa e reunia todas as sextas-feiras, 13 bruxas para rogar pragas aos humanos.

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