Regina Santana é cofundadora e CEO da agência Get Digital, cofundadora e mentora do evento Think Conference, cofundadora do centro terapêutico Habitus Zen, cofundadora do restaurante BOLD e cofundadora da marca de relógios Timeless Whatches.

É profissional de marketing certificada, com o grau de senior manager atribuído pela Associação Portuguesa de Profissionais de Marketing.

É professora na Escola Tecnológica, Artística e Profissional de Pombal, professora na Pós-Graduação de Marketing Digital da Aveiro Digital School. É ainda formadora de marketing nas áreas de marketing digital, marketing de afiliados, e-business, merchandising, comportamento do consumidor e fidelização do cliente com cursos em Portugal e no Brasil.

Conta com diversas formações e especializações, como marketing emocional e inbound marketing pela Nebrija University FC de Madrid.

Neste momento é mestranda em marketing relacional na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Leiria e pós-graduanda em marketing digital y social media no Instituto Europeo de Estudios Empresariales, em Madrid, onde também está a tirar uma especialização em comunicação integrada de marketing.

Quem é a Regina Santana, empreendedora?

A Regina empreendedora é acima de tudo uma mulher, com todas as forças e fragilidades que isso implica. Mas sou também alguém que adora agarrar ideias e aceitar desafios, estudar e inovar. Colocar em prática uma ideia é desafiante, e são os desafios que me alimentam profissionalmente.

Marketing digital e emocional, neuromarketing, relógios, saúde alternativa e holística, restauração. O empreendedorismo é uma compulsão, uma necessidade, um ideal ou um pouco de cada?

O empreendedorismo é efetivamente uma compulsão. Confesso que tenho de me policiar bastante para não entrar em mais projetos. A ideia de criar fascina-me em todo o seu processo desde o planeamento, até a execução, do qual gosto sempre de fazer parte ativamente.

Como se conjugam negócios em áreas tão diferentes?

Com equipas maravilhosas a trabalhar comigo. Sou rodeada de pessoas fantásticas e de verdadeiros empreendedores, que sempre que surge uma ideia nova no ar se prontificam para a ajudar a desenvolver e para apoiar em tudo o que for necessário.

Think Conference, um evento de referência no Marketing Digital. Quais os segredos de um evento com esta qualidade e consistência?

A Think Conference foi mais um dos grandes desafios em que entrei. A ideia surgiu da junção de vários fatores: primeiro, sentia a necessidade de se falar mais de áreas como o marketing e o empreendedorismo. Segundo, trazíamos uma grande experiência de organização de eventos de marketing no Brasil, o que ajudou bastante ao processo. Ainda assim, sinto que foi o facto de incentivarmos ao networking e de convidarmos oradores a falar do que se faz de melhor em Portugal, focando a nossa realidade em ambas as áreas, que fez do evento a referência que é hoje e que queremos ampliar já em 2020.

Neuromarketing e marketing emocional, do que se trata?

Neuromarketing é basicamente a conjugação dos estudos de antropologia, psicologia e neurociência com foco no comportamento do consumidor. O neuromarketing, através do estudo das reações neurológicas do comprador, permite analisar e entender o comportamento humano, os impulsos e motivações no processo de compra e a sua relação com mercado e o marketing.

O marketing emocional estuda as necessidades e expectativas do cliente, constrói afinidade e oferece experiências emocionais, sempre com o cliente e as suas emoções como o centro de todo o processo.

Sabendo que as nossas decisões de compra são essencialmente inconscientes, o marketing emocional é utilizado pelas marcas precisamente para ajudar a criar ligações emocionais entre o consumidor e a marca e/ou produto, que leve o cérebro a desejar determinadas marcas inconscientemente. O objetivo principal do marketing emocional é a fidelização do cliente.

5 dicas sobre como utilizar o marketing emocional:

  1. Campanhas inspiracionais - Contar uma história ajuda a vender. Os consumidores tendem a escolher marcas baseadas em emoções, e não em lógica. Quanto mais inteligência emocional e inspiracional a história e a marca passarem para o consumidor, melhor;
  2. Campanhas aspiracionais - Ligar-se ao seu cliente e construir histórias aspiracionais que levem o cliente a sentir que pode dar vida ao seu sonho;
  3. Cores – As cores alteram os estados emocionais, fisiológicos e comportamentais do comprador. Com as cores, conhecendo a persona, podemos estimular emoções que desejamos ou posicionar o nosso produto;
  4. Imagem – O estudo da neuroimagem mostra que é o cérebro emocional e não o cérebro lógico que avalia marcas, daí o impacto da imagem ser muito importante;
  5. Tristeza inspiradora – Somos mais propensos a criar empatia com tristeza do que com qualquer outra emoção. A tristeza é utilizada quando a marca quer que os seus clientes criem sentimentos de confiança e segurança.

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