Com investimentos de cerca de 120 milhões de euros, previsto para entrar em funcionamento no final de 2023, mas utilizando as infraestruturas e logística existentes da empresa no polo petroquímico de Camaçari e no porto marítimo de Aratu, ambos no estado nordeste da Bahia, a fábrica produzirá 10.000 toneladas de hidrogénio verde e 60.000 toneladas de amoníaco “limpo” por ano.

“O nosso investimento é um investimento pioneiro e, com certeza, quando a fábrica começar com hidrogénio verde e amoníaco verde, será a maior do mundo e estaremos com o Brasil na vanguarda do desenvolvimento atendendo ao processo de ‘descarbonização’ no mundo”, disse o presidente da Unigel à agência noticiosa espanhola Efe.

A segunda fase, com início em 2025, deverá quadruplicar a produção na área construída de 60.000 metros quadrados para atingir 40.000 toneladas por ano de hidrogénio verde e 240.000 toneladas de amoníaco “limpo”.

“É a energia do futuro e o mundo tem um desafio de como produzir mais energia limpa, que vem da energia solar e eólica. O Brasil tem uma oportunidade de ser fornecedor de energia limpa à escala industrial, com hidrogénio verde, para todo o mundo”, disse o ministro do Ambiente brasileiro, Joaquim Leite, na inauguração do projeto.

Para o ministro brasileiro, o hidrogénio verde reforça a “economia fértil, não só para reduzir a emissão de gases [com efeito de estufa] mas também para ser inovador”, com um potencial de 85% da matriz energética proveniente de fontes renováveis como a hídrica, eólica e solar.

Leite salientou aos jornalistas o potencial dos estados costeiros do nordeste brasileiro com sol, vento e “o mar sem tempestades”, condições que “tornam mais barata” a produção de energia a partir destas fontes renováveis.

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