1. Estimule as suas relações de amizade. Promova convívios frequentes entre si e as pessoas que a rodeiam.

2. Mostre-se como é. Não tente cativar as pessoas sendo diferente daquilo que é. Esses contactos dificilmente poderão evoluir para amizades mais profundas e autênticas.

3. Seja autêntico. Aprenda a falar de si e dos seus sentimentos com autenticidade. Não seja demasiado gabarolas, nem muito lamechas, estando sempre a falar dos seus problemas.

4. Crie empatia. Aprenda a ouvir os outros e a ser empática com eles.

5. Aceite a diferença. Aprenda a respeitar e a valorizar as diferentes formas dos outros serem e os seus estilos de vida.

6. Desenvolva vários tipos de amizade. Poderá expor-se aos que lhe são mais próximos e manter uma socialização mais superficial com os que estão mais distantes.

7. Procure interesses comuns. Procure pessoas e grupos de pessoas com atividades, gostos e ideais semelhantes aos seus.

8. Não se foque excessivamente no amor. Não deixe de estimular e alimentar as amizades, mesmo se estiver numa relação amorosa intensa.

9. Não se habitue ao isolamento. Aceite convites, vá a convívios e, quando estiver lá, tente retirar o máximo de prazer e satisfação.

10. Seja seguro e confiante. Compreenda que nem todas as pessoas poderão gostar de si, mas que encontrará sempre pessoas que têm afinidades consigo.

Veja na página seguinte: Os sinais de alarme que exigem apoio especializado

Sente-se sozinho?

Perante os seguintes sinais de alarme, consulte um especialista:

- Sente-se triste constantemente e esse sentimento está associado ao facto de estar sozinho.

- Sente um vazio emocional de forma constante e persistente.

- Evita ir para casa para não se confrontar com a casa vazia.

- Dorme pouco porque não consegue estar ou descansar em casa ou dorme muito porque usa o sono como um refúgio.

- Sente-se mal quando está com pessoas ou evita-as porque tem a sensação de que já não sabe o que dizer nem como estar.

- Passa frequentemente mais de 48 horas (habitualmente fins de semana) sem falar com ninguém conhecido.

- Tem perda de apetite de forma recorrente quando está sozinho ou não consegue controlar a ingestão de alimentos muito calóricos.

- Fica muito ansioso quando está sozinho por períodos prolongados.

- Termina relações amorosas por se sentir incapaz de fazer cedências ou modificar o seu estilo de vida.

- Sente-se sozinho mesmo quando está acompanhado.

Texto: Sofia Cardoso com Ana Cristina Almeida (psicóloga clínica) e Sónia Vladimira Correia (socióloga da família e life coach)

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