Segundo um estudo brasileiro do Observatório Nacional de Onicomicose (nome técnico da micose de unha), que analisou aproximadamente sete mil pessoas, quase 30% delas tinham unhas das mãos ou dos pés infectadas.

"É uma doença comum, causada por fungos e que deve ser abordada com a mesma naturalidade que falamos de diabetes ou hipertensão", defende a médica Shirley Nogueira, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Sob condições favoráveis – como calor, humidade, baixa imunidade e uso de corticosteroides –, os fungos reproduzem-se e causam a doença. Segundo a profissional, os primeiros indícios de ter contraído uma micose são descolamento da unha, espessamento e alteração de cor (esbranquiçada).

As micoses costumam ser superficiais e podem afetar também a pele, cabelo e pelos. "O perigo é que, após alojar-se nestas zonas, se desenvolva uma outra doença, já que a micose abre portas a novas infeções", comenta a médica. E é aí que o tratamento se torna mais complicado.

A médica reforça a importância de se consultar um médico dermatologista para receber o melhor tratamento.

"É uma doença como qualquer outra. Pode ser fonte de desconforto e ter impactos sérios na qualidade de vida dos pacientes", explica a dermatologista. O diagnóstico micológico é importante para auxiliar na escolha da terapêutica adequada.

Fonte: Galderma

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