No decurso da investigação foram seguidos 120 mil homens e mulheres, durante dez anos, com o intuito de analisar o tipo de alimentação, se existia uma prática regular de exercício físico, a existência de hábitos tabágicos e realizar o controlo do peso.

Verificou-se que a inexistência de hábitos tabágicos reduziu substancialmente o risco de morrer jovem, em particular nas mulheres. No que se refere à alimentação, dado a alimentação mediterrânica ser caracterizada por uma dieta rica em fruta, peixe, cereais integrais, azeite e oleaginosas e por conseguinte conferir efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios no organismo, permitiu baixar os níveis de colesterol e controlar as glicemias.

Esta investigação científica é mais uma base sólida que vem incentivar a prática de uma alimentação mediterrânica, associada a estilos de vida saudáveis, de forma a manter um peso saudável ao longo do tempo, bem como conferir uma proteção adicional relativa à morte prematura.

Dra. Joana Pinheiro
(nutricionista)

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