As queixas - pelo menos seis, escreve a edição impressa desta segunda-feira do jornal Público — são de doentes da Unidade Reconstrutiva Genito-Urinária e Sexual (URGUS) do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC).

As pessoas em causa denunciam a alegada falta de resposta do serviço, relata o referido diário.

O bastonário encaminhou as denúncias para a IGAS e sugeriu que fosse feita uma auditoria, "já que infelizmente a Ordem não tem competência para fazer auditorias clínicas", comenta José Manuel Silva.

O Ministério Público confirma a existência de um processo de auditoria em curso.

De acordo com Pedro Freitas, médico e sexólogo, a URGUS "não está a funcionar". Entre os mais de 100 doentes transexuais que acompanha, nenhum fez uma cirurgia genital naquele serviço de Coimbra ou porque não conseguem inscrição ou porque não querem ser lá tratados.

Muitos acabam por desistir do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e optar pelo privado.

De acordo com comunicado escrito pela URGUS, existem apenas "seis pessoas para iniciarem as cirurgias" naquela unidade e o tempo de espera é o "adequado".

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