Segundo uma nota divulgada pela DGS, na última semana houve 305 pessoas da Faculdade de Economia da Nova, incluindo alunos e professores, que manifestaram sintomas gastrointestinais como vómitos, diarreia e dores abdominais, apesar de não ter havido nenhum caso de hospitalização.

Na quarta-feira, as autoridades tinham avançado que eram 197 o número de afetados, explicando agora que este aumento de casos se deve ao facto de terem sido conhecidas novas situações embora tenham ocorrido há vários dias.

“Sublinha-se que desde 3 de outubro se tem verificado uma diminuição relevante do número de casos novos”, refere a DGS, que considera que a situação mostra sinais de “notável abrandamento”, uma vez que os casos terão começado a ser reportados a 21 de setembro.

A água da rede pública já foi analisada no Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA) e revelou parâmetros normais.

As autoridades de saúde deslocaram-se à Faculdade e colheram igualmente amostras de alimentos que estão a ser analisadas também no INSA, mas ainda sem resultados totalmente conhecidos.

A Faculdade mantém-se a funcionar normalmente, mas foram emitidas recomendações gerais de prevenção da transmissão de doenças, como o reforço de medidas de higiene.

As autoridades de saúde pediram ainda aos doentes que não regressem às suas atividades habituais antes de desaparecerem os sintomas.

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