A possibilidade de atender os doentes triados como “não urgentes” fora das urgências hospitalares e a criação de um único Instituto Português de Oncologia (IPO) são duas das propostas avançadas pelo grupo técnico para a Reforma Hospitalar.

O grupo coordenado por José Mendes Ribeiro vai entregar hoje ao ministro Paulo Macedo todas as propostas do seu grupo de trabalho que, segundo a imprensa, prevê ainda que o Hospital Oriental de Lisboa avance em regime de Parceria Público-Privada (PPP).

O texto, que prevê dar liberdade aos portugueses para escolher o hospital independentemente do seu local de residência, defende ainda a possibilidade de serem elaborados contratos-programa plurianuais a três anos, quando atualmente duram apenas um ano.

O grupo técnico pretende também que o hospital Curry Cabral e a Maternidade Alfredo da Costa sejam integrados no Centro Hospitalar de Lisboa Central, composto pelo São José, Santa Marta, Capuchos e Estefânia.

A centralização da gestão dos três IPO tem como principal objetivo a ideia de existir apenas um único conselho de administração, em vez dos atuais três, medida que deverá ser alargada aos serviços.

Entre as outras propostas apresentadas, o grupo de trabalho sugere que as consultas de especialidades hospitalares sejam feitas em centros de saúde, que sejam transferidas atividades da área médica para a de enfermagem e que seja promovida a mobilidade dos profissionais de saúde.

O relatório, que defende uma redução da taxa de cesarianas, diz igualmente que existe uma má distribuição de médicos, camas e blocos operatórios e assinala que dos 19 mil médicos que trabalham nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde 2337 devem ser transferidos para outro local.

21 de novembro de 2011

@Lusa

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