Mais de 239.058.470 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia.

Os números são baseados em relatórios diários realizados pelas autoridades de saúde de cada país até às 11:00 de Lisboa, e excluem revisões posteriores de agências estatísticas, como ocorre na Rússia, Espanha e Reino Unido.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, levando em consideração o excesso de mortalidade direta e indiretamente ligada à covid-19, os resultados da pandemia podem ser duas a três vezes superiores aos registados oficialmente.

Na quarta-feira, foram registadas 8.666 mortes e 459.785 novos casos em todo o mundo.

Os países que registaram o maior número de mortes nos seus levantamentos mais recentes são os Estados Unidos da América com 3.108 novas mortes, Rússia (986) e México (420).

Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 719.530 mortes para 44.683.145 casos, segundo o levantamento mais recente realizado pela Universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 601.574 mortes e 21.597.949 casos, a Índia com 451.435 mortes (34.020.730 casos), o México com 283.193 mortes (3.738.749 casos) e a Rússia com 220.315 mortos (7.892.980 casos).

Entre os países mais atingidos, o Peru é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 606 mortes por 100.000 habitantes, seguido pela Bósnia-Herzegovina (337), Macedónia do Norte (330), Montenegro (319), Bulgária (315) e Hungria (314).

A América Latina e Caraíbas totalizavam hoje 1.504.809 mortes para 45.408.588 casos, a Europa 1.344.331 mortes (70.174.960 casos), a Ásia 853.562 mortes (54.885.645 casos), os Estados Unidos e Canadá 747.839 mortes (46.351.720 casos), a África 213.971 mortes (8.387.415 casos), o Médio Oriente 203.465 mortes (13.636.982 casos) e a Oceânia 2.428 mortes (213.160 casos).

Desde o início da pandemia, o número de testes realizados aumentou substancialmente e as técnicas de rastreio e despistagem melhoraram, levando a uma subida do número de contágios declarados.

O número de casos diagnosticados, no entanto, reflete apenas uma fração do total real dos contágios, com uma proporção significativa dos casos menos graves ou assintomáticos a não serem detetados.

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