A Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos enviou para a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde um pedido urgente de averiguação sobre o alegado transporte de material contaminado em serviço de táxi, na sequência da imobilização forçada da frota da Administração Regional de Saúde do Centro por falta de seguro automóvel.

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“O eventual transporte de material contaminado tem de ser devidamente investigado, para que não restem dúvidas sobre esta circunstância. Ao verificar-se esta situação, seria de uma enorme gravidade", , sustenta o presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (SRCOM), Carlos Cortes.

"As regulamentações nacionais e europeias obrigam a requistos muito apertados para o transporte deste material que não pode, obviamente, ser feito em transporte público ou particular mas, antes, em veículos preparados para o efeito”, acrescenta.

Na sequência destes casos – que inviabilizaram também a distribuição de medicamentos – a SRCOM solicitou, entretanto, à Administração Regional de Saúde do Centro a divulgação - para conhecimento público - do impacto financeiro decorrente desta situação.

“Em nome da transparência e da fiabilidade dos procedimentos, em nome dos princípios e requisitos de segurança dos doentes, dos profissionais de saúde e de todos os cidadãos, a Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos continuará na defesa da qualidade de saúde”, justifica Carlos Cortes.

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