“A Ordem está sempre do lado dos enfermeiros e das suas reivindicações”, afirma a estrutura em comunicado.

A paralisação será um protesto pela falta de concretização dos compromissos assumidos pelo Ministério da Saúde.

“Neste momento não existe revisão da carreira, não foi cumprido o pagamento do suplemento a especialistas, nem das horas extraordinárias feitas pelos enfermeiros, que já superaram os dois milhões”, lê-se no documento emitido pela Ordem.

O sindicato, por seu lado, acusa a tutela de não resolver os problemas e de os agravar ainda mais.

De acordo com a Ordem, não há contratação de enfermeiros: “É o pior período a este nível, tendo havido mais contratação no tempo da ‘troika’”.

Os enfermeiros alegam que nenhum dos compromissos que o Governo assumiu com esta classe profissional foi cumprido, nem há perspetiva de vir a ser.

A Ordem adverte ainda que espera que não se repita a marcação de faltas injustificadas, “como aconteceu” na greve realizada em setembro.

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