As equipas combate à poliomielite eram alvo frequente de ataques no Afeganistão, até que os Talibã tomaram o poder em agosto e deram o seu consentimento às Nações Unidas para realizar campanhas de vacinação.

A vacinação enfrenta suspeitas persistentes no Afeganistão e no Paquistão, encorajadas por clérigos conservadores que às vezes a acusam de encobrir operações de espionagem ou de ser a ferramenta de uma conspiração ocidental para esterilizar crianças muçulmanas.

Quatro foram mortos em dois ataques na cidade de Kunduz, na província de mesmo nome, três no distrito de Imam Sahib, na mesma província, e um no distrito de Taloqan, na província vizinha de Takhar.

"Estamos chocados com a brutalidade desses assassinatos em quatro locais diferentes", disse Ramiz Alakbarov, vice-representante especial das Nações Unidas para o Afeganistão, no Twitter.

"Esta violência sem sentido deve parar imediatamente e os responsáveis devem ser investigados e levados à justiça. É uma violação do direito internacional humanitário", acrescentou.

Os Talibã afirmaram estar cientes dos incidentes. "As nossa política é clara, queremos vacinar e proteger todas as crianças menores de cinco anos no Afeganistão", disse à AFP Javid Hajir, porta-voz do Ministério da Saúde.

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