O branqueamento dentário tem vindo a tornar-se um dos tratamentos dentários de caráter estético mais procurado, admite o médico dentista João Caramês. "Contudo deve sempre ser supervisionado por um profissional de saúde oral, responsável por atestar a segurança do tratamento e dos produtos utilizados", recomenda o especialista que é também diretor clínico do Instituto de Implantologia, em Lisboa.

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O branqueamento é um procedimento que torna os dentes mais brancos através da remoção de pigmentação interna e externa dos dentes.

"A prioridade deve ser sempre ter uma dentição saudável. Problemas dentários, lesões de cárie, desgastes ou sensibilidade dentária devem ser avaliados e tratados previamente ao branqueamento. Daí a necessidade de um exame clínico prévio, para minimizar complicações e criar condições para tornar o resultado mais eficaz", explica João Caramês.

"O principal efeito secundário é a sensibilidade dentária, que geralmente desaparece com a interrupção do tratamento", acrescenta.

Contudo, a aplicação incorreta dos produtos de branqueamento pode provocar lesões mais graves. "A supervisão do seu médico dentista pode prevenir e controlar clinicamente estas complicações", lembra o especialista.

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Duas técnicas eficazes de branqueamento

Existem duas técnicas disponíveis para o branqueamento dentário supervisionados pelo médico dentista: no consultório ou em ambulatório (em casa).

Quando realizado no consultório, o branqueamento dentário é um procedimento seguro e eficaz. Por períodos de tempo variáveis, é aplicado um gel branqueador, que pode ser ativado por uma luz que vai acelerar a reação química dos produtos, tornando o processo de branqueamento mais rápido.

Em casa, o branqueamento dentário é realizado com moldeiras, que funcionam como um reservatório para o agente branqueador.

"Em ambas as situações, nas horas seguintes ao branqueamento é recomendada a não ingestão de substâncias pigmentantes, para não comprometer o resultado final", frisa o médico dentista João Caramês.

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