A notícia é avançada peça edição impressa desta segunda-feira do Jornal de Notícias.

São vitaminas e suplementos nutricionais, produtos para a perda de peso, e substitutos de refeições. Maria Helena Cardoso, presidente do colégio de endocrinologia da Ordem dos Médicos revelou surpresa com o valor das vendas.

"Preocupa-me que exista tão pouca legislação sobre este tipo de produtos e que a maioria deles nem dependa, sequer, da autorização do Ministério da Saúde, mas do Ministério da Agricultura e da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária", afirmou em entrevista ao Jornal de Notícias.

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Segundo o referido jornal, os números referentes aos últimos 12 meses estão separados por áreas: 56 milhões de euros em vendas de suplementos nutricionais e vitaminas; 18 milhões em produtos para perder peso; um milhão e meio em produtos de emagrecimento como os substitutos das refeições.

O diário adianta ainda que o pico das vendas acontece antes do verão: só entre abril e junho de 2015 venderam-se 13 milhões de embalagens deste produtos.

Segundo a médica endocrinologista Maria Helena Cardoso, "a saúde não pode depender da publicidade e muitos destes produtos são compostos por ingredientes que podem prejudicar gravemente quem os toma".

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