A pandemia da covid-19 causou pelo menos 4.472.486 mortos em todo o mundo no mesmo período, indica o mesmo balanço da agência France-Presse. A grande maioria dos doentes recupera, mas uma parte ainda mal avaliada continua com sintomas durante semanas ou até meses.

Nas últimas 24 horas foram registados 10.907 mortos e 713.070 casos em todo o mundo. Os países com maior número de mortos foram os Estados Unidos com 1.238 novos óbitos, o Brasil (920) e o México (835).

Os Estados Unidos são o país mais afetado em termos de mortes e casos, com 633.564 mortes em 38.384.553 casos, de acordo com a contagem realizada pela universidade norte-americana Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 577.565 mortos e 20.676.561 infetados, a Índia, com 436.861 mortes (32.603.188 casos), o México, com 256.287 óbitos (3.291.761 casos) e o Peru, com 198.064 óbitos (2.146.169 infetados).

Entre os países mais atingidos, o Peru é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 601 mortes por cada 100.000 habitantes, seguido da Hungria (311), da Bósnia (298), da República Checa (284) e do Brasil (272).

A América Latina e as Caraíbas totalizavam hoje, às 10:00 TMG, 1.430.995 mortes em 42.978.351 casos, a Europa, 1.241.723 mortes (62.475.393 casos), a Ásia 766.985 mortes (49.408.262 casos), os Estados Unidos e Canadá 660.420 mortos (39.865.224 infetados), a África 192.578 mortes (7.664.228 infetados), o Médio Oriente 178.110 mortos (11.995.474 casos) e a Oceânia 1.675 mortes (113.735 casos).

Os números da AFP baseiam-se em balanços diários das autoridades de saúde de cada país e em informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e excluem as revisões posteriores de determinados organismos estatísticos, que indicam um número muito superior de óbitos.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) calcula, tendo em conta o excesso de mortalidade ligada direta e indiretamente à covid-19, que o balanço da pandemia poderá ser duas a três vezes superior ao registado oficialmente.

Além disso, uma proporção significativa dos casos menos graves ou assintomáticos não são detetados, apesar da intensificação dos rastreamentos em muitos países.

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