A mulher morreu a 10 de fevereiro no Centro Hospital Universitário (CHU) de Poitiers, na região oeste de Nouvelle-Aquitaine, oeste de França.  A morte acontece numa altura em que a França acaba de legislar o aumento do número das vacinas obrigatórias do Plano Nacional de Vacinação, de três para 11, entre as quais a do sarampo.

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A epidemia de sarampo persiste na região de Nouvelle-Aquitaine, a qual até agora já registou 269 casos confirmados.

Em França, o anúncio desta morte "reforça a necessidade, para toda a população, de verificação rápida da sua vacinação, a única forma de parar a epidemia", sublinhou a agência regional de saúde, que recordou que "não existe tratamento para curar esta doença" muito contagiosa.

Sarampo pode causar várias doenças

"O sarampo (...) pode levar a complicações respiratórias (pneumonias) e neurológicas, que podem ter consequências muito graves", reforçou a agência regional de saúde. De acordo com a agência, "a cobertura de vacinação em Nouvelle-Aquitaine é atualmente insuficiente para fazer face à atual epidemia".

Em abril do ano passado, uma jovem de 17 anos morreu em um hospital de Lisboa vítima da doença.

Os dados de saúde pública em França indicam que a taxa de cobertura no país varia entre os 70,8% e os 81%, abaixo dos 95% recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Desde 2008 já houve 20 mortes por sarampo em França.

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