10/01/2013 - 11h50

O Infarmed registou a rutura de 62 implantes mamários da marca Poly Implant Prothese (PIP), em 52 mulheres, estando a acompanhar os casos, informou esta quinta-feira o organismo do Ministério da Saúde.

Os problemas com estes implantes devem-se ao silicone que foi utilizado, o qual não estava licenciado para este fim, provocando um escândalo sanitário, tendo em conta a utilização dos PIP por milhares de mulheres em vários países.

Estima-se que entre 400.000 e 500.000 mulheres em 65 países tenham implantes fabricados pela PIP. Em Portugal, cerca de 2.000 mulheres utilizam estes implantes, estimando os especialistas que 20 a 25 por cento das 4.000 próteses colocadas venham a dar problemas.

Muitas mulheres receberam os implantes em hospitais públicos em cirurgias de reconstrução mamária.

O Serviço Nacional de Saúde (SNS) garantiu a remoção dos implantes com complicações, embora a sua substituição nos serviços de saúde públicos só aconteça em duas situações: quando colocados no SNS e sempre que a razão do implante seja a ablação da mama por doença.

Nos casos em que os implantes foram colocados em clínicas privadas, a sua substituição está a cargo da mulher, o que pode custar entre 4.500 a 6.000 euros.

Lusa

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