Os hospitais públicos têm 200.911 utentes inscritos para cirurgia, mas o ministro da Saúde anunciou que a partir de 1 de janeiro os hospitais ficam inibidos de emitir cheques cirurgia para hospitais privados, a não ser que provem que não há resposta no público.

"Isto é bom porque dá aos hospitais públicos uma capacidade de remuneração aos seus profissionais de forma diferente, de os motivar e acentua o espírito de partilha entre os hospitais públicos", comentou na quarta-feira o ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, na Comissão de Saúde, cita o Diário de Notícias.

Por outro lado, dezassete hospitais do Serviço Nacional de Saúde já aderiram ao programa de cirurgias adicionais que evita a realização de operações no setor privado pagas pelo Estado.

"Nós não podemos ter os hospitais públicos a produzir listas de espera para depois o SNS estar a pagar essas listas de espera no setor privado", comentou esta semana Adalberto Campos Fernandes à margem do fórum organizado pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Hospitalar.

Para o ministro, este valor deve ficar retido dentro do sistema, sublinhando que “é um bom instrumento de financiamento e também de motivação dos profissionais que podem ter uma compensação adicional porque trabalham mais”.

Caberá aos hospitais onde o doente foi inscrito inicialmente pagar à unidade do SNS que faz a operação extraordinária.

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