Trabalhadores do Hospital Professor Dr. Fernando Fonseca, que serve a população dos concelhos da Amadora e Sintra, no distrito de Lisboa, iniciaram às 08:00 uma greve por melhores condições de trabalho.

“No primeiro turno, a adesão à greve foi de 6,8% nos administrativos e 29% nos auxiliares. O nível de adesão não afeta de forma relevante a atividade programada, seja em consulta, bloco operatório, no serviço de Urgência ou nas sessões de hospital de dia”, adiantou fonte do hospital.

Cerca das 09:00, em declarações à Lusa, Ana Amaral, do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas, disse que ainda não tinha números concretos sobre a adesão, mas adiantou que eram “elevados”.

A sindicalista indicou que a greve estaria a ter “algum impacto” nos serviços de consultas externas: “Para este serviço não tinham sido decretados serviços mínimos e como tal os trabalhadores não tinham de assegurar. Pelo contrário, nos internamentos os serviços mínimos estão assegurados.”

Sobre os motivos da greve, Ana Amaral adiantou que os trabalhadores exigem a negociação de um instrumento de regulamentação coletiva de trabalho e a harmonização de direitos dos trabalhadores tendo por base o Acordo Coletivo de Trabalho que vigora nos restantes hospitais EPE (entidades públicas empresariais).

“Os trabalhadores querem um Acordo de Empresa que lhes permita ter os mesmos direitos que os outros trabalhadores das EPE, nomeadamente as 35 horas, mais um dia de férias, carreiras e salários”, elencou.

A sindicalista referiu igualmente como motivo da greve a falta de pessoal, muito sentido no Hospital Professor Dr. Fernando Fonseca, e a defesa do Serviço Nacional de Saúde.

Ana Amaral adiantou que a greve é de 16 horas - teve início às 08:00 e termina às 24:00, estando marcada uma concentração esta manhã à porta do hospital.

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