"O encontro teve como principal objetivo fazer um primeiro ponto de situação com a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, com o Instituto Nacional de Emergência Médica e com as várias unidades hospitalares sobre a implementação do Plano Estratégico do Ministério da Saúde: Resposta Sazonal em Saúde – Inverno 2022-2023", informa o Ministério da Saúde em comunicado.

"Na reunião, foram partilhadas com o Ministro da Saúde algumas dificuldades sentidas ao longo das últimas semanas, com o acréscimo da procura, sobretudo nas urgências gerais e nas urgências pediátricas. O Ministério da Saúde, a ARSLVT, o INEM e os hospitais dialogaram sobre as estratégias de coordenação a nível regional que estão a implementar para melhorar a comunicação e a resposta aos cidadãos, o que passa por estreitar a relação entre unidades com mais proximidade geográfica e em que há vantagem em potenciar o funcionamento em rede com mais previsibilidade para os profissionais e para os utentes", acrescenta a nota.

"De entre as várias medidas previstas no Plano Estratégico do Ministério da Saúde: Resposta Sazonal em Saúde – Inverno 2022-2023, definiu-se como prioridade agilizar as equipas de gestão das vagas de internamento em cada unidade, para uma melhoria global da resposta em contexto de urgência, bem como acelerar o trabalho com o setor social para resposta aos chamados internamentos sociais", informa.

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Reforço dos atendimentos em horário alargado

"Relativamente aos cuidados de saúde primários, está em curso o reforço dos atendimentos em horário alargado e complementar e a operacionalização da “via verde ACES” nos serviços de urgência, para que os utentes triados com pulseira verde ou azul possam ser referenciados dos hospitais para os centros de saúde, com data e hora previamente definida (próximas 24 horas), medidas consideradas centrais pelas instituições presentes na reunião", lê-se ainda.

"A afluência aos serviços de urgência geral encontra-se neste momento acima do período homólogo de 2021, verificando-se um acréscimo no recurso à urgência pediátrica. Observam-se duas realidades: por um lado, um recurso elevado às urgências em situações não urgentes, por outro lado, situações de maior complexidade clínica relacionadas com patologia crónica e com o envelhecimento da população, que motivam maior pressão sobre o internamento", admite.

"Neste sentido, o Ministério da Saúde reforça a importância de em situações não emergentes contactar em primeiro lugar o SNS24, para o encaminhamento adequado a cada situação. Para melhor gestão da capacidade de internamento hospitalar neste período de maior utilização dos serviços de saúde, foram já contratualizadas 700 novas vagas no setor social para responder a situações de internamentos prolongados por motivos não clínicos", conclui o comunicado.

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