"Este trabalho quis conhecer a taxa e compreender as razões do adiamento e da exclusão dos doentes para cirurgia de ambulatório, na Unidade de Cirurgia de Ambulatório do CHUC, e estabelecer estratégias para a sua diminuição. Para isso foi realizado um estudo prospetivo e descritivo, a partir do registo das consultas de anestesia entre julho de 2012 a junho de 2013", explica Inês Mesquita, Interna de Formação Específica de Anestesiologia e primeira autora do trabalho vencedor.

E acrescenta: "A realização do estudo só foi possível com o apoio incondicional e orientação de Maria Lurdes Bela, Assistente Hospitalar Graduada de Anestesiologia, assim como pelo contributo dos outros coautores".

Segundo Carlos Magalhães, Presidente da Associação Portuguesa de Cirurgia de Ambulatório (APCA), "esta distinção é o reconhecimento da elevada qualidade da investigação na área de Cirurgia de Ambulatório que se tem praticado em Portugal".

A distinção vai permitir a Inês Mesquita um estágio, com a duração de dois dias, numa Unidade de Cirurgia de Ambulatório na Europa, acreditada pela Associação Internacional de Cirurgia Ambulatório (IAAS).

A Associação Portuguesa de Cirurgia Ambulatória (APCA) existe em Portugal desde setembro de 1998.

Ao longo destes anos tem vindo a desenvolver inúmeras iniciativas na área e teve o reconhecimento de estrutura com Estatuto de Interesse Público, em junho de 2009.

O principal objetivo da associação é defender, promover e protagonizar o processo de evolução da cirurgia de ambulatório em Portugal, intervindo em iniciativas internacionais.

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