O XII Simpósio da Associação Portuguesa de Urologia (APU) reune mais de 300 especialistas nacionais e convidados internacionais de renome no Centro de Congressos de Tróia, entre 1 e 4 de novembro. Litíase urinária e a cirurgia reconstrutiva do aparelho urinário são os principais temas a serem debatidos em nome do presente e do futuro da urologia.

Além dos debates sobre as doenças urológicas e seu impacto na qualidade de vida, o XII Simpósio da APU promove o primeiro workshop internacional dedicado à cirurgia reconstrutiva da uretra. «Pretendemos corresponder às expetativas dos mais jovens que têm manifestado interesse em apresentar trabalho nos Simpósio do APU». Por isso a iniciativa terá cursos, workshops, sessões reservadas à discussão das experiências dos serviços de urologia, temas controversos e, este ano, pela primeira vez a apresentação de posters”, afiança Tomé Lopes, presidente da APU.

Sobre o impacto das doenças urológicas na qualidade de vida dos homens, Tomé Lopes, alerta que «todos os homens a partir dos 45 anos deverão consultar o seu médico para saber se o PSA (antigénio específico da próstata) é suspeito». Para o especialista, o diagnóstico é a melhor forma de prevenção, dado o caráter silencioso destas doenças.

Em Portugal, a mais prevalente das doenças urológicas é a Hiperplasia Benigna da Próstata: perto de 70% por cento dos homens, com mais de 65 anos, sofrem de aumento na próstata, que acaba por afetar o fluxo da urina, devendo estar atentos a sintomas como o esvaziamento incompleto da bexiga que torna as micções mais frequentes, retenção ou sensação de urgência em urinar.

Por seu lado, a litíase urinária corresponde à formação de cálculos nas vias urinárias. É uma doença que pode evoluir durante muito tempo sem causar problemas até que, subitamente, se manifesta através de uma dor típica denominada cólica renal, vulgarmente conhecida como “pedra nos rins”. A litíase urinaria é um problema com pouco sucesso ao nível da prevenção que obriga a uma atualização constante em termos de tratamento.

Os problemas na próstata levam três em cada quatro homens, com mais de 50 anos, a consultar um especialista e, em muitos casos, esta decisão é determinada pelas mulheres, que os levam a agir e a consultar um especialista.

A Associação Portuguesa de Urologia saiu à rua para medir o conhecimento dos portugueses sobre as doenças da próstata. Veja o vídeo:

1 de novembro de 2012 

@SAPO

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