Em comunicado, o SEP indicou que a indisponibilidade do conselho de administração do CHUA em reunir-se com os enfermeiros foi comunicada na terça-feira à tarde, “a poucas horas da reunião mais esperada dos últimos tempos” e quando “se exigiam respostas para os problemas” daqueles profissionais de saúde.

Para a estrutura sindical, trata-se de “mais um revés na relação de confiança entre a administração, os enfermeiros e o SEP”.

“Neste contexto, os enfermeiros declaram tolerância zero e, apesar de a administração ter apontado o próximo dia 14 de fevereiro para a concretização da reunião agora adiada, a greve mantêm-se para quarta-feira”, lê-se na nota.

A paralisação vai abranger os turnos da manhã e da tarde, entre as 08:00 e as 24:00, nos hospitais de Faro, Portimão e Lagos e nos Serviços de Urgência Básica de Lagos, Albufeira, Loulé e Vila Real de Santo António.

Os enfermeiros exigem “justiça” na interpretação do decreto-lei sobre a contabilização dos anos de serviço para progressão nas carreiras e o consequente pagamento dos retroativos.

No caso do CHUA não estão a ser contabilizados pontos aos enfermeiros que iniciaram funções nos segundos semestres de cada ano, aos enfermeiros que tinham vínculos precários ou aos enfermeiros especialistas com contrato individual de trabalho.

O SEP adianta que “irá auscultar os enfermeiros para a possibilidade de serem concretizadas novas formas de luta ainda este mês, caso a reunião de dia 14 (ou a ausência dela) se traduza em mais um adiamento/descarte de responsabilidade por parte da administração” do centro hospitalar do Algarve.

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