Os cientistas afirmam que as diferenças no som da tosse produzida por um paciente de COVID-19 não pode ser percebida por ouvidos humanos. No entanto, um algoritmo desenvolvido nos Estados Unidos provou ter uma taxa de sucesso de 98,5% na deteção de casos positivos de COVID-19.

O algoritmo de inteligência artificial (IA) foi desenvolvido no laboratório do Massachusetts Institute of Technology (MIT). O cientista Brian Subirana, coautor do estudo e investigador naquela instituição, disse: "A maneira como se produz som muda quando se tem COVID-19, mesmo se se for assintomático", cita a BBC.

O estudo, publicado no IEEE Journal of Engineering in Medicine and Biology, refere que o mecanismo pode ser útil "na triagem diária de estudantes, trabalhadores e público, em escolas, locais de trabalho ou transportes".

Várias organizações, incluindo a Universidade de Cambridge, a universidade Carnegie Mellon e a start-up Novoic, no Reino Unido, estão a trabalhar em projetos semelhantes.

Em julho, o projeto COVID-19 Sounds da Universidade de Cambridge relatou uma taxa de sucesso de 80% na identificação de casos positivos de coronavírus com base numa combinação de respiração e sons.

A pandemia de COVID-19 já provocou mais de 1,2 milhões de mortos e mais de 46,5 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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