Numa primeira informação foram apontados 15 feridos (entre eles o bebé agora morto e outras criança), mas depois as autoridades policiais corrigiram para 11, na rede social Twitter, voltando depois aos 15 feridos.

15 doenças que ainda não têm cura
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A informação do bebé que acabou por morrer devido ao acidente foi veiculada pelos media locais, que também informaram que outras quatro vítimas do acidente estão internados em estado considerado grave. Na rede social Twitter, a polícia militar do Rio de Janeiro não confirmou a morte do bebé, mas fez questão de frisar que o atropelamento foi um acidente e alterou para quinze o número de feridos.

"@PMERJ esclarece que o facto ocorrido em Copacabana, na noite desta quinta-feira, não é um atentado terrorista, mas sim um grave acidente, no qual o motorista perdeu o controlo do veículo e acabou atingindo cerca de 15 pessoas que estavam no calçadão da praia", informou a polícia militar do Rio de Janeiro.

O acidente ocorreu por volta das 20:30 (22:30 Lisboa) e os feridos foram levados para diferentes centros de saúde. Entre os feridos estava o bebé que morreu e outras crianças, de acordo com os bombeiros da cidade.

Testemunhas declararam que o veículo seguia em alta velocidade, embora o tráfego no momento em que o incidente ocorreu geralmente seja lento. As pessoas que estavam na praia também relataram que o motorista virou o veículo e subiu no passeio de repente.

O motorista, Antonio de Almeida Anaquim, de 41 anos, argumentou que teve uma crise epiléptica e que perdeu o controlo da viatura e as autoridades já disseram que viram medicamentos no banco do automóvel. Após o acidente, as pessoas que estavam na área tentaram agredi-lo, mas membros da polícia chegaram rápido ao local e levaram o condutor para uma esquadra.

O que é a Epilepsia?

A epilepsia é uma doença neurológica que envolve o sistema nervoso. Fala-se em epilepsia quando ocorrem, pelo menos, dois episódios de convulsões não relacionados com a abstinência alcoólica, hipoglicémia, problemas cardíacos ou outros.

As convulsões podem ocorrer durante o sono e o paciente tanto pode estar consciente durante a crise como não se lembrar de nada após os seu término.

As convulsões resultam de uma alteração da atividade elétrica do cérebro e podem resultar de um trauma, de uma tendência familiar ou não terem causa identificável.

Essa atividade ou descarga tem um início imprevisível e é, em geral, de curta duração (segundos a minutos, raramente ultrapassando os 15 minutos) mantendo-se o funcionamento cerebral normal entre crises.

As crises têm tendência a repetir-se ao longo do tempo sendo a frequência variável de doente para doente.

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