Em declarações à agência Lusa, o vice-presidente da associação de dadores benévolos, Paulo Cardoso, explicou que a Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), de que faz parte o hospital, reduziu o calendário de colheitas para este ano, numa posição “unilateral” que considerou “grave”.

“A redução do número de dádivas poderá causar a falta de sangue. O risco é grande”, alertou o responsável.

Em comunicado, o conselho de administração da ULSNA desdramatizou a situação, assegurando que “não houve e não há falta” de sangue no hospital José Maria Grande, em Portalegre.

A ULSNA explica que reuniu no final do ano passado com o presidente da associação de dadores “dando-lhe conta” da reestruturação do calendário das brigadas de colheita de sangue, tendo em consideração a “diminuição” do número de dadores na região.

“Assim, para uma racionalização de recursos humanos e rentabilização e melhoria da eficácia dos meios envolvidos, propôs-se a concentração/fusão de algumas brigadas, à semelhança do que ao fim de semana acontece nos cuidados de saúde primários”, lê-se no comunicado.

Segundo a ULSNA, a reestruturação do calendário prevê 29 deslocações para recolha de sangue no distrito de Portalegre.

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